<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547</id><updated>2012-02-16T09:07:16.980-03:00</updated><title type='text'>Me deparo com o nós . A sós. Um universo . ''</title><subtitle type='html'>Colunas''joviais''ovais''mortais''.
Precisão,juntas dormentes, café com melancolia. Raspas de sal dentro da caixa-de-chá. Pirações. Divagações, Pingos-nos -''is''. Ponto e Vírgula. Problemas comn palavras, inconstância constante, música letra e dimensão, sustos e alívios, caos e jardim, Suspiro, orgasmo, juntas dormentes.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-6693388961287395127</id><published>2009-09-20T15:34:00.002-04:00</published><updated>2009-09-20T15:55:13.513-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Acho que todos nós, em alguma mínima passagem da vida, predestina um dia da vida á momentos determinados. A espera, e a fome pela passagem dos tempos. Predestina-se o domingo, a quarta, a sexta para o encontro, e para que os céus contribuam, para que sinos sejam ouvidos ao longe. Imagina-se tudo para que aquele tempo chegue e rápido. Pensa-se nas palavras, olhares, no cheiro, nos sorrisos. Tudo de bom e como tiver de ser. As expectativas ultrapassam a realidade de que tudo é possível, até o desencontro, frio.&lt;br /&gt;Aquele desencontro que deixa uma lacuna, o choro preso, o coração nos punhos. É como se o dia fosse transformado em algo que deve acabar logo. O dia que antes havia sido predestinado, agora foi jogado de lado, por um motivo qualquer, por uma mentira qualquer, por mais horas, por mais minutos, mais segundos, mais tempo a ser ultrapassado, mais silêncio.&lt;br /&gt;E ficamos só. Como num palco sem luzes. Um palco sem luzes e com uma cadeira no centro. Somos nós a platéia, somos nós os protagonistas, de um teatro sem atores que se encontram, que se abraçam, que se completam.&lt;br /&gt;Então, olha-se para a frente. Respira-se. E mais uma vez, tentamos pensar antes de dizer qualquer palavra precipitante. Qualquer coisa cortante. Evita-se isso. Evita-se o grito, o choro, a raiva, para dar espaço a mais uma daquelas regras de auto controle e renúncia. No topo da minha nuca, bem no centro, verte a ideia de que tudo pode acabar bem, desde que eu refreie os impulsos e tire de mim a parte que diz que amar as vezes dói, as vezes enlouquece, as vezes enfraquece, as vezes ensina. Tira-se a máscara de praticidade, para dar lugar à algo mais humano, embora seja um pouco complicado. Uma outra parte de mim ri da minha cara, querendo me provar, com tudo isso, que eu realmente preciso aprender com a dor que me cerca nestes domingos de sol. Tem mais uma, que me manda viver somente o presente, e a outra, que me desobedece, me faz sentir pequena, saudosa, solitária. Como agora. Como estar á beira do abismo, como gritar a plenos pulmões, como estar em uma sala cheia de pessoas que simplesmente largaram suas almas cansadas no chão, para tamparem os ouvidos e deixarem de crer que as coisas se resolvem com menos regras e mais calma, mais amor, mais carinho, mais palavras, mais tato.&lt;br /&gt;Eu nunca quis deixar ninguém sozinho. Mas eu estou sozinha. [...]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-6693388961287395127?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/6693388961287395127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/09/acho-que-todos-nos-em-alguma-minima.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/6693388961287395127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/6693388961287395127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/09/acho-que-todos-nos-em-alguma-minima.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-3040218611816632906</id><published>2009-08-24T10:25:00.004-04:00</published><updated>2009-08-24T10:38:52.794-04:00</updated><title type='text'>[...] Monday today.</title><content type='html'>Hoje,construí ua situação muito parecida com a raposa na toca do coelho. Não sei se me sinto mais raposa, mais coelho. Um pouco dos dois. Como estar à deriva. À espera, na butuca. Será que estou sendo muito ''casual''? Muito egocêntrica? Cheia de perseveranças. Esperanças, como qualquer cria em idade de perder sua timidez. Mostro os joelhos para a estrada e em troca ganho esfolões. Indiretamente, peço pelo dia em que possa deitar a cabeça no travesseiro, com dinheiro no banco e paz de espírito.&lt;br /&gt;Quanta ideia. Nenhuma delas é o ideal. Ninguém sabe, mas guardo comigo um segredo. Vários, quem sabe. Pérolas de pensamentos próprios. Ideologias, análises, teorias. Tudo muito prático, mas se soluções integrais. De fato, sinto-me mais e paz quando não há ninguém por perto e minhas mães escrevem as palavras na moita. Na noite. Nos cantos deste mundinho. As vezes levo um aperto no coração e vejo-me minuscula, brincando na infância. Brincando de infância. Não consigo entender como aquela essência ainda me habita. Ou, como eu habitava aquela criança. Das duas uma. Poderia sentir-me mais poderosa, não fosse esta liberdade vigiada. Embora, eu continue me entindo poderosa. Me conheço. Tenho faíscas de perseverança. Um inconformismo natural, e algumas gotículas de teimosia. Orgulho. Essas coisas que me movem, um dia ainda vão acabar com meu fôlego. Tenho dito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-3040218611816632906?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/3040218611816632906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/08/monday-today.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/3040218611816632906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/3040218611816632906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/08/monday-today.html' title='[...] Monday today.'/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-3830363157283934092</id><published>2009-08-09T15:06:00.002-04:00</published><updated>2009-08-09T15:17:22.638-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O problema de interpretar os seus próprios problemas, é que sempre há a busca pela solução. Não há a real interpretação dos problemas, mas sim, a busca incessante para fugir deles. E a busca mais do que precisa para se viver o futuro e nunca o presente. E as dores do passado. Cada passo é alguém, cada alguém é uma memória desmerecida. O coração é tão grande, que esquece que uma hora dessas, a calma tem de fluir. Perseverança, entusiasmo.&lt;br /&gt;O problema de mergulhar nos teus problemas, é que sempre se entra em transe, em pânico. Não há equilibrio. Não há resposta, sem equilibrio. O problema de perder o equilibrio, é que sempre pode ter uma pedra no meio do caminho, daquelas que deixam os joelhos cheios de esfolões.&lt;br /&gt;O problema é não saber se é melhor fugir ou mergulhar dentro de si. Acho que os dois servem, é preciso sorrir, dar-se mais uma chance, cheio de ousadias. ''&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-3830363157283934092?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/3830363157283934092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/08/o-problema-de-interpretar-os-seus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/3830363157283934092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/3830363157283934092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/08/o-problema-de-interpretar-os-seus.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-1910955094231212015</id><published>2009-07-08T19:13:00.000-04:00</published><updated>2009-07-08T19:28:48.928-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Há um mundo sem fundo lá fora. Como uma luz que pisca e pisca e não se acende nunca.&lt;br /&gt;Há uma roda, e todos dão as mãos, mas todos viram as caras. Olhos fechados que não se vêem. Corações com tampas de plástico. Há alguém dizendo pra outros alguns que o meio está no fim, mas o meio está onde está. Desde que nasci para uma eternidade não pertencente a mim, vejo-me rodeada de criaturas inanimadas, iguais aos seus pais. São guardiões de uma verdade sem verdades. São verdades anuladas, porém perseverantes.&lt;br /&gt;Guardo em uma caixa cheia de cores, algumas partes de mim que ainda considero minhas até onde as paredes já não têm mais tijolos, até onde o chão não tem mais onde pisarmos.&lt;br /&gt;Há alguém boicotando cérebros, fazendo geléias de pensamentos únicos. Há alguém maltratando idéias, sugerindo buscas a repetições, passados contínuos. Há um risco no disco de vinil, da vitrola sem agulha. Há uma interrupção no prazer inesperado. Como se cortar o gozo. Como morder a língua, continuamente. Há um impasse, uma peça perdida, há um valor sem valores.&lt;br /&gt;Busco em mim as perdições dos outros, como se isso fosse faze-los melhor. Vejo-me cercada de mentes sem mente. Insisto? Desisto? Sento, pinto um quadro com os escrúpulos, fujo de obstáculos, vejo-me completamente louca, desertada desta terra. Este buraco sem fim, este túnel sem luz, onde foi parar? Onde foi parar a poesia que planejei aos céus quando tinha 15 anos? Onde estão os lenços vermelhos e boinas acenando aos ídolos enterrados em revoluções? Percebo a canalhice e a resolução dos problemas. Percebo a dor de gastar, percebo as lágrimas a cada fim, a cada rompimento de sonhos, a cada movimento brusco, como uma queda de pressão, derrubando todos os sinais instáveis.&lt;br /&gt;Distorceram os cérebros. Hoje todos marcham. Todos têm um espelho e não se vêm. Todos usam seus sexos para guardarem nomes em uma caixa de currículos sexuais. Todos sabem quem todos são. Todos têm papéis na vida de todos, todos falam ofegantes, todos perdem a linha, muitos compram as linhas, outros sugam, outros querem o fim e alguns chegaram ao fim.&lt;br /&gt;As linhas tênues desafinam e distorcem. Amanheceu, é hora de descansar. Hora de tirar as botas, e deitar, à mercê do que pode parecer um ‘’amanhã’’. Do que poderia ainda ser um ‘’hoje’’. Do que fomos no ‘’ontem’’.&lt;br /&gt;A cada vez que escrevo, sei que escrevo exatamente o que escrevia há cinco anos atrás, só que com sinônimos. Palavras difíceis, palavras iguais.&lt;br /&gt;[...]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-1910955094231212015?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/1910955094231212015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/07/ha-um-mundo-sem-fundo-la-fora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/1910955094231212015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/1910955094231212015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/07/ha-um-mundo-sem-fundo-la-fora.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-1301072817385343452</id><published>2009-07-06T15:30:00.002-04:00</published><updated>2009-07-06T15:35:00.173-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Há uma sintonia de garrafas de vidro no centro do meu universo. Os tons são finos e a melodia é suja. Há cheiro de enxofre no ar, enxofre e ares escuros. Os fusos horários tornam-se cada vez mais confusos, como um relógio que pára no meio da selva. Como eu, sem entender. Se toda a vez que o mundo me virasse as costas, eu fizesse poesia, na parede do meu quarto, teria um mundo de versos, um universo de monstros e salamandras rosnando suas dores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um disfuso dentro das batidas incalculadas do meu coronário, como um violão desafinado na batida do tambor, como preces sem Deus, como Deus sem barba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-1301072817385343452?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/1301072817385343452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/07/ha-uma-sintonia-de-garrafas-de-vidro-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/1301072817385343452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/1301072817385343452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/07/ha-uma-sintonia-de-garrafas-de-vidro-no.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-2162446096876763333</id><published>2009-07-02T20:49:00.001-04:00</published><updated>2009-07-02T20:49:32.543-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Me deparo com o nós . A sós. Um universo . ''&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-2162446096876763333?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/2162446096876763333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/07/me-deparo-com-o-nos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/2162446096876763333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/2162446096876763333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/07/me-deparo-com-o-nos.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-1031747929763366661</id><published>2009-06-20T20:39:00.002-04:00</published><updated>2009-06-20T20:55:06.286-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;‘’I see you live on love street’’&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela vive na rua do amor. Onde todas as cores de meu pensamento se encontram, envoltos numa espécie de veludo. Toda às vezes em que pensava nela, se agigantava de roxos, amarelo, azul, as cores do amor. Ela é afável, mas tem um quê de agridoce, a parte que a deixava amedrontada, sussurrando que se falassem certezas, e nunca dúvidas. Era o coração, pulsando feito bomba relógio. Eram as respirações ofegantes, os medos tardios do futuro. Ela era coberta de magias. Oras acariciava, com os dedos repletos de doçura, oras , apontava-o, feito uma varinha, para todos os cantos da salas escuras. ''&lt;br /&gt;Menina dos olhos, dos furtos coronários, dos medos profundos. Era ela, a que fazia tremer os calcanhares, gaguejarem as línguas mais repletas de certeza. Era ela, com sua doçura selvagem. E foi. Foi dela que ruiram meus muros, da cabeça, dos joelhos, do pescoço, do coração. Foi através das luzes que eu via atrás e ao redor de sua cabeça, que eu me apaixonei pelos olhos e pela voz, entonada como que para o palco. Era ela que eu aguardava com o fervor de uma reza, e era pelas suas mãos que as minhas aguardavam. Como um verso querendo a poesia inteira eu não havia estado no ''estado de graça'', sem antes vê-la de frente e me revestir dela, e ter um recheio de suas entranhas dentro das minhas entranhas. A sentia feito o fogo em dia de inverno, feito a noite fria, feito o vento em meu rosto, a sentia do modo mais natural e necessário, e delirava. [...]&lt;br /&gt;E gritava, aos quatro, cinco, seis ventos, para que viesse para junto de mim, para que  partíssemos sem voltar, para que déssemos um basta nesta bolha, nestes muros nestas tristezas que a nós não pertenciam. Era a ela que suplicava para que não soltasse da minha mão. É a ela que eu jurava um amor fecundo, enorme, colorido e repleto de um matiz, que dá vida ás telas destes muros. É  para ela que guardo meus votos, minhas palavras, meus olhos. E é dela o sorriso que luto para receber feito um presente, feito um dote, como a flor no momento em que se abre.&lt;br /&gt;É a ela que guardo meu leito, é para a magia que traz em cada gota de seu antídoto de sedução, que guardo meu corpo.&lt;br /&gt;De todas as incertezas que passei a ter, a certeza em que me agarro é a de que meu coração está destinado á uma só. O mundo que gira, pessoas que me gritam, peças que me prego, peças que me pregam. Trago comigo esta certeza, e a guardo, feito jóia, Guardo pra ti. Menina dos olhos.''.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um beijo.&lt;br /&gt;Amo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-1031747929763366661?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/1031747929763366661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/06/i-see-you-live-on-love-street-ela-vive.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/1031747929763366661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/1031747929763366661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/06/i-see-you-live-on-love-street-ela-vive.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-3456529331834159483</id><published>2009-06-13T13:22:00.003-04:00</published><updated>2009-06-13T13:33:22.574-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Faço das palavras do Caio, as minhas. Tenho um dragão que mora comigo. Uma fortaleza, tão grande. Um armazém de medos paranóias, tristezas. Tenho um muro, repleto de gritos arquivados. Tenho os pés cansados. Tenho a mente cheia de lembretes,lembranças, euforias, extremos. Esqueci de que quando eu digo que é simples, é porque deveria ser mesmo. Agora o mundo me quer a beira de uma síncope, e eu não reluto. Eu percebo as minhas pernas caminhando.Sonho á noite, com gente que não me pertence mais. Sonho com a morte dos meus lados bons, me vejo encharcada de suor, com o medo mais humano de todos aflorando ao redor do meu corpo. Pergunto-me se estou enlouquecendo, me questiono o porquê de eu querer sempre pensar no lado oculto das coisas em que confio. Sou dona do meu destino, de minhas escolhas, então por quê? Por que a vida me chega com uma dose cheia de conteúdos obscuros, matadores? Por quê eu me martirizo? Por quê viver aqui me é tão difícil ? Será que estou pressentindo um fim? Será que estou enlouquecendo? Prefiro acreditar que não tenho dado a mim mesma a paz devida. A minha vida toda, não segui os passos da paz de espírito, e agora, me vejo engolida pelas peças que a minha mente prega em mim mesma. Me seguro, diante de tipos diferentes e maneiras de entristecer sem que reconheçam a dor na minha fronte. Eu lido com o meu dragão, em silêncio, e não é por egoísmo, é pela preferência de martirizar-se sem ser visto, mais uma vez. As vozes que me fazem perguntas na calada da noite, são reais? Elas estão ao meu lado? Elas estão dentro de mim? As vozes que me tomam o corpo, e os olhos na forma de lágrimas, elas se tornam parte de mim, penetram meus sentidos e me fazem a cobaia mais humana que já vi. Hoje, desconfiada, me pergunto porque não consigo ser mais forte. Estou tão a flor da pele. Sensibilizada, séria, sentindo a ponta da faca penetrar meu calcanhar, devagar. Pelo meu corpo percorrem tremedeiras, palpitações, falta de ar, palavras confusas.&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;Tenho um dragão que mora comigo. E me decepa os sorrisos, me torna os passos largos e as noites, sem fim. ''&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-3456529331834159483?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/3456529331834159483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/06/faco-das-palavras-do-caio-as-minhas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/3456529331834159483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/3456529331834159483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/06/faco-das-palavras-do-caio-as-minhas.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-7803752561840911608</id><published>2009-06-09T20:12:00.002-04:00</published><updated>2009-06-09T20:15:15.812-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>As vezes a gente morre de medo do mundo. Da circunferência humana. Do susto. Morre assustado, somente com a ideia de ''susto'', de morte,de limite. As vezes a gente cai, de uma altura digna de morte. digna de asas quebradas, sem resgate, esperança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-7803752561840911608?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/7803752561840911608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/06/as-vezes-gente-morre-de-medo-do-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/7803752561840911608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/7803752561840911608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/06/as-vezes-gente-morre-de-medo-do-mundo.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-1398277908747501442</id><published>2009-05-31T20:12:00.001-04:00</published><updated>2009-05-31T20:15:10.030-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_6UxOy7UKQLg/SiMdezFrDCI/AAAAAAAAAIA/7GbdcjKp2ow/s1600-h/(...).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342145997938822178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_6UxOy7UKQLg/SiMdezFrDCI/AAAAAAAAAIA/7GbdcjKp2ow/s320/(...).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sabe,eles dizem que escrever nos tira um peso. Caminhões e bigornas, com situações imensas e enfeitadas de um drama ‘’diário’’. São doses. Mais uma dose. Eles dizem que é normal, acham engraçado, deixam passar despercebido, não enchem a cabeça com desordens, não se deixam levar, não são fracos. Gloriosos, em suas poses de reis, e seus balões, cheios de certezas.&lt;br /&gt;Hoje estou de joelhos, diante dos rabiscos que saem de meus dedos, do meu pensamento acelerado, com gosto de falta de esperança. Gosto de medo. A face da insegurança e a busca por um abraço. Às vezes é difícil. Nos esforçamos tanto para sermos inquebráveis, intocáveis, e no resumo da ópera, o que queremos é trocar algumas palavras, amigas, seguras. Constrói-se um trajeto repleto de obstáculos, com escolhas propositais, tudo para chegar á um lugar só e comum, tudo para pedir por ‘’compreensão’’, e dizer que não é por mal, que não é por querer, que há a fraqueza e a dor, e que o coração suplica por surpreender-se com gestos ‘’pequenos’’. Ser auto-suficiente, ser grande, tudo tão maior que nós. Coisas do tamanho da alma, do tamanho do céu. A minha alma grita, berra e suplica há alguns ventos, que às vezes tem medo de cair, de não vencer, de ver-se sozinha para o resto de sua vida carnal. A minha alma é fraca, quando chega a seu limite. A minha alma limita-se a se esconder, para que possa sentir calor, acalento, um lar. A minha alma não teve lar, não teve família, não. E diria que, em contraponto as palavras de ‘’despreocupar-se’’, dos outros, ela continua querendo que o que é humano, seja realmente, e torne-se, devidamente humano.&lt;br /&gt;E a minha alma, devia, mandar esse mundo ás favas. Porque ele não merece, algumas boas devoções, embora seja majestoso e cheio de opções , de distração da janela que dá para a realidade, tão mais cortante, quanto o minuano lá fora.&lt;br /&gt;[...]&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-1398277908747501442?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/1398277908747501442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/05/sabeeles-dizem-que-escrever-nos-tira-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/1398277908747501442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/1398277908747501442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/05/sabeeles-dizem-que-escrever-nos-tira-um.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_6UxOy7UKQLg/SiMdezFrDCI/AAAAAAAAAIA/7GbdcjKp2ow/s72-c/(...).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-7696550321080072156</id><published>2009-05-28T19:33:00.000-04:00</published><updated>2009-05-28T19:52:00.897-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>''&lt;br /&gt;Conformou-se. Sobre a mesa estavam suas últimas palavras, rasgadas e amassadas, em forma de página virada. Vestiu os sapatos e o cachecol. Sentia frio. Sentia o peso de si mesmo, sobre os calcanhares. Não queria mais saber de adivinhar futuros ou presumir passados. Sua passagem lhe fora custosa, e, para alguns, dolorosa. Sua voz lembrava tempos que aos seus próximos não voltarão. Sua presença tem cheiro de décadas; seus cabelos dourados, não são mais.&lt;br /&gt;Conformou-se com o tamanho de sua alma. Deixou de culpar. Quem era para culpar? Não era. Não era culpa sua, se não pertencia a este mundo. Não era culpa do mundo, rejeita-lo. Eram toda parte da caixa de pandora, um espaço que crescia e decrescia dentro de segundos, sem que alguém notasse. Parecia insignificante, mas mudava todo o trajeto. Enquanto saia de sua porta, observava os homens embriagados, com suas mulheres, e sua falta de virilidade, e o cheiro de vinho vagabundo pairando pela rua.&lt;br /&gt;Notou que fugia, da realidade que nunca fora sua. Estivera há tanto tempo esperando pelo tempo de renovar, mas este tempo tornou-se fuga, fuga de pessoas, fuga dos ponteiros armados, com o tempo, tornou-se fugitivo, e não queria, porém, conformou-se. ‘’&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-7696550321080072156?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/7696550321080072156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/05/conformou-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/7696550321080072156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/7696550321080072156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/05/conformou-se.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-4413077592254418316</id><published>2009-05-13T22:37:00.000-04:00</published><updated>2009-05-13T22:39:41.061-04:00</updated><title type='text'>e o canibalismo interior [...]</title><content type='html'>Sabe. Quando se quer disfarçar uma vontade instintiva, esmera-se a gentileza. Esconde-se o canibalismo. ‘’Tudo bem.’’ ‘’Fique tranqüilo’’. ‘’Pode deixar’’. ‘’Não, não foi nada.’’ Blábláblá. Uma porção deles. Às vezes, é mais fácil. Atalhos curtos. Pede-se ao céu que não nos deixe ser complicados. Não nos deixe a lenha para depositar em uma fogueira qualquer. Deve-se ceder. Entender, compreender, até que os músculos latejem. Até que a cabeça torne a explodir, constantemente, até que nos foquemos em nós mesmos, e deixemos assim, de morrermos de dor a cada vez que o outro vem, e deposita todas as suas façanhas, todas as que ele NÃO deixaria para trás, para dividir um café ou jogar conversas fora. O mundo tem estrutura na mente humana. A mente humana trabalha para o mundo. E a culpa não é de ninguém, se não sou deste mundo .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-4413077592254418316?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/4413077592254418316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/05/e-o-canibalismo-interior.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/4413077592254418316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/4413077592254418316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/05/e-o-canibalismo-interior.html' title='e o canibalismo interior [...]'/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-6977585655768401927</id><published>2009-05-04T09:49:00.002-04:00</published><updated>2009-05-04T09:55:35.183-04:00</updated><title type='text'>&lt;3</title><content type='html'>Aos beijos e abraços, todos os muros ficariam para trás. Aos plenos corações. Plenos de estarem, completos, sem mais, complementos. Sentia que sua respiração bastava para manter o corpo vivo. Não queria comer, ou beber, ou satisfazer-se. Sabia que a sua satisfação estava ali, a seu lado, coração que pulsava paralelo, em sintonia, sincronizados os dois corações.&lt;br /&gt;E todo o mundo desaparecera. Sobraram-nos quatro paredes, sorrisos, e os sentimentos brotando como num vulcão. O mundo de verdade, parecia mais distante, as pessoas cada vez mais distantes, problemas não haviam.&lt;br /&gt;''Ela me completa, pensava''. ''Sou dela''. ''Estou nela''. "Isso é tudo o que necessito''. "Sem mais''.&lt;br /&gt;Como toda a criatura que ama, como toda a criatura que deseja, as coisas ao redor, com a sua amada, lhe bastavam, como num ''samadhi'', estado de graça, melhor de si mesmo.''&lt;br /&gt;O otimismo aflora, vê-se palavras bonitas, o sexo desabrochando, naturalmente, sem forças, pressões. É tudo do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-6977585655768401927?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/6977585655768401927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/05/3.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/6977585655768401927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/6977585655768401927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/05/3.html' title='&lt;3'/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-6831999805584920149</id><published>2009-04-28T10:15:00.002-04:00</published><updated>2009-04-28T10:24:13.961-04:00</updated><title type='text'>''mais gente.</title><content type='html'>Difícil é não pensar no que passa na mente dos que nos odeiam. Porque seria mais fácil, não comparar e fazer do próprio pensamento, o pensamento supremo. Ou, melhor ainda, forjar situações perigosas, onde possamos aparecer no meio de todos, pra termos aquele brilho que só o ódio deixa na gente. Como uma nódoa, vamos caminhando com a direção determinada, para que os outros vejam que é ao contrário, pra que os outros odeiem o contrário . Muito mais fácil seria, ser das coisas ''irregulares-dentro-do-regular''. Para ser de determinada maneira, deve-se seguir a risca alguns devidos ''padrões'' fundamentais, os quais, para mim , parecem tão invalidos e carecem tanto de coisas da alma.&lt;br /&gt;Quando me  vejo curiosa, penso que a minha curiosidade queria invadir este vazio que estes meus olhos vêm na cara lavada de quem faz de menos pensar e de mais falar da boca para fora. Como uma bola  de neve. Um rótulo. O que dá ao outro o direito de falar daquilo que desconhece? O medo? O tédio? A maldade? O desdém? O egoísmo? Talvez. Talvez por querer possuir fatores favoráveis. Penso que, no final das contas, o fator mais favorável destes ''convercês'' que desconhecem o coração alheio, é voltar ao início. surpreender-se consigo mesmo, precisado muitas vezes, daquilo que tanto odiou, ou qualquer coisa que desconheça e remeta mero desdém. Isso faz parte da vida de todo mundo. Críticas, palavras rasgadas, situações inventadas, mortes pela boca, nada em concenso .''&lt;br /&gt;Mais verdade nas coisas ao redor, estaria valendo, daqui para a frente. Como abraços sinceros, músicas letradas, poesias musicadas, versos autênticos, cucas legais, palavras de-peso-e-leveza, confissões, tipo-ser-humano.&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;No fundo, viver trata-se da luta incessante para tornar-se mais gente .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-6831999805584920149?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/6831999805584920149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/mais-gente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/6831999805584920149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/6831999805584920149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/mais-gente.html' title='&apos;&apos;mais gente.'/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-8625779676249114453</id><published>2009-04-26T21:50:00.002-04:00</published><updated>2009-04-26T22:02:12.734-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>As vezes, em meio a poeira que nos cega, é necessário que canalizemos nossa liberdade. Todos prezam, pela liberdade. Os mais arredios, em meio á chutes e pontapés, querem sua liberdade. Essa liberdade, tão inatingível. Quanto mais há, menos sente-se. Permanece-se, em meio a este ''tudo''. Ao tempo, palavras, sentir algumas das garras desta vida. A liberdade é um instrumento. Aprende-se a tê-la, quando se está só. ela vem com tanta ''solidez''. É tão mais sólido ver-se consigo mesmo, tão mais, triste, tão mais amplo. Como pensar ''o que eu faço com tudo isso?'' Bom, sinta-se satisfeito. O mundo dá-nos uma porção do que o pedimos e o respondemos com cuspes na cara. Isso é mais uma situação típica. Ausência de liberdade, nos momentos do tempo carregando os ponteiros devagar, palavras pesadaS, pessoas fatigadas, trânsito, doença, neurose. Liberdade, liberdade. Quando não há, vê-se tamanha diferença.&lt;br /&gt;''A linha tênue''. Espaço em branco. Prisão, auto-prender-se.'&lt;br /&gt;[...]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-8625779676249114453?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/8625779676249114453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/as-vezes-em-meio-poeira-que-nos-cega-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/8625779676249114453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/8625779676249114453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/as-vezes-em-meio-poeira-que-nos-cega-e.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-1957381606832134615</id><published>2009-04-23T09:06:00.000-04:00</published><updated>2009-04-23T09:07:58.062-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://http://www.youtube.com/watch?v=j15caPf1FRk"&gt;http://http://www.youtube.com/watch?v=j15caPf1FRk&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a Susan?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-1957381606832134615?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/1957381606832134615/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/httphttpwww.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/1957381606832134615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/1957381606832134615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/httphttpwww.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-2754744651215545337</id><published>2009-04-23T09:04:00.000-04:00</published><updated>2009-04-23T09:05:58.880-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_6UxOy7UKQLg/SfBniSXx78I/AAAAAAAAAH4/IJEL-Wo51J0/s1600-h/1167914467_f.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5327872197924089794" style="DISPLAY: block; 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Sem intenção de escrever uma história qualquer, escrevem contos, ansiosas pelo desfeixo que darão ás linhas que desbravam. As palavras sofrem com a alteração sem prévio aviso, do escritor. Sofrem por serem subordinadas. Palavras são como armas. Palavras são como nós.&lt;br /&gt;Para escrever determinado momento, descrevem-se as cenas com detalhes mínimos. As palavras, cheias de mimos, vem para dizer-nos que a dor vai ser mais dor, e o amor mais amor. Esta mágica, que é fundamental ao texto em si. As palavras têm vida. A vida que o escritor dá a elas. Ou a vida que elas já tinham? algumas palavras têm mais brilho que as outras. Alguns ''termos'', tão exóticos, nos dão o gosto da sensação, a linha de frente dos medos, dos frios na espinha.&lt;br /&gt;Palavras nÃO brigam entre si, ou melhor, algumas disputam, com certa classificação, o lugar na linha em destaque. Palavras, cheias de ''palavras'', cheias de uma fala ''escrita'', servem para que o escritor exprima, inconfundivelmente, coisas de dentro, coisas do mundo, coisas. As palavras bonitas, em sua simplicidade, exprimem a paz entre as sílabas, a ausência do olhar pretencioso. Palavras para si, palavras egoístas. Palavras bonitas, as usamos quando queremos para nós o desfeixo mais bonito. Palavras bonitas, são egoístas, porque no fundo nos confortam, trazem esperança, e nós gostamos de conforto.&lt;br /&gt;Palavras nossas, são como espelhos. Espelhos descritos, escritos, impressos. Espelhos do tempo, e da falta de espaço, espelhos da escolha do destino, sem saber que escolhe-se.&lt;br /&gt;Palavras, pequenas de tamanho, enormes de impacto. Supostas ditadoras de opinião, as palavras têm comportamento quase que humano, só que não falam. Não sorriem e não choram, porque elas já são. Palavras são ''falas,sorrisos e choros''. Palavras da alma, são as que já estavam em nós. As palavras que nos ''tornam''. Palavras da alma, são parecidas com as ''palavras da arte'', completam lacunas, deixam as cores surgirem, as linhas se preencherem, as perguntas adquirirem respostas.&lt;br /&gt;As palavras que faltam, são como espaços em branco. As vezes é só entendê-las, elas faltam por algum motivo. Elas estão escondidas. Estão envergonhadas, estão dentro de si mesmas. As palavras também se retraem, e temos de saber como re'atraí-las. Aí está .&lt;br /&gt;o tempo que se preenche, por mais que pareça incompleto, só carece de palavras.&lt;br /&gt;'&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-3826497027599068107?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/3826497027599068107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/insight-para-as-palavras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/3826497027599068107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/3826497027599068107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/insight-para-as-palavras.html' title='&apos;&apos;insight&apos;&apos; para as palavras.'/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-2518246200776424449</id><published>2009-04-20T17:42:00.003-04:00</published><updated>2009-04-20T17:51:45.132-04:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ouvindo á ''angra dos reis'', da Legião, recordo-me de como sabia curtir minhas fossas, quando mais jovem. Deitava-me na cama,escolhia o cd mais carregado de palavras. Geralmente, escolhia a Legião. Legião Urbana foi uma das primeiras bandas que me despertou o interesse na música. [...] Letras, melodias, sentimentos meus ali, nas linhas do Renato. Adorava aquilo, embora me esbaldasse em choro, dava tudo de mim pra sincronizar a minha situação á música em questão. O circo pegava fogo, na própria fossa. [...]&lt;br /&gt;Hoje, ainda trago comigo os traços mais intensos. Deito na cama, apago as luzes, me cubro até a cabeça, e fico em silêncio. Curto sentir o choro vir, de lá das minhas entranhas, até a garganta, e explodir, feito foguete. E choro, de soluçar. Vejo-me criança, por vezes, vejo-me em desamparo. A vida sempre foi clara, bem clara. Sempre tive destas provações de solidão, de olhar para as estrelas a noite, fumar um cigarro e soprar a fumaça, como se esta, fosse todos os meus problemas saindo de mim. Sei de minha solidão. Mas, ela não é sempre tão óbvia. Me sinta injustiçada, brigo com pessoas, e pelas pessoas, esperneio. O esporro é fundamental. Sempre tive orgulho do meu orgulho. hoje percebo, que não passa de birra, que eu só queria mesmo era que alguém acariciasse meus cachos, enquanto eu adormecesse. Para mim é simples, mais que isso, fundamental, que eu observe estes ciclos. Me indigne. Sempre só, não há o que protestar. O final de semana foi de plena solidão, andar na chuva, falar comigo, para ter certeza de que não estou a beira da loucura,ou o contrário, já que, quem fala sozinho, pode estar realmente á beira da perdição.&lt;br /&gt;Estou apaixonada, e isto é fato. Mordo os calcanhares, brigo, choro. Meu choro, este, de gostar imensamente, as vezes perder a medida de tamanho sentimento é o mais sincero. Quando este choro vem a tona, prefiro não pôr trilha sonora. Qualquer música pode ser ''a nossa música''. Qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;''vai ver que não é nada disso''.&lt;br /&gt;''vai ver que já não sei quem sou''&lt;br /&gt;''vai ver que nunca fui o mesmo''&lt;br /&gt;''a culpa é toda sua e nunca foi''.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas palavras ainda tomam parte do meu ser, constante, quando estou inconstante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-2518246200776424449?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/2518246200776424449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/ouvindo-angra-dos-reis-da-legiao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/2518246200776424449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/2518246200776424449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/ouvindo-angra-dos-reis-da-legiao.html' title=''/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-2778495723010330019</id><published>2009-04-20T10:15:00.005-04:00</published><updated>2009-04-20T13:43:34.681-04:00</updated><title type='text'>Choque.</title><content type='html'>Felipe tinha problema. ele tinha aquele problema que todos os garotos de sua idade tinham. Generalizado o problema, este de ''puberdade'', crescimento ''genital-púbico-hormonal-masculino''. Como todo guri, que cresce, depois dos 11, 12, 13, Felipe, tinha esse problema, tal qual todos os outros guris. ele não conseguia arranjar ''uma boceta''. Seu medo era de que isso jamais acontecesse, já que todas as gurias da idade dele, olhavam pros guris, com maior idade, os de 20 anos pra mais, os que elas julgavam ''saber o que faziam''. com 15 anos, levava uma vida, mais que rotineira, pela manhça escola, á tarde em casa, limitado a ligar a televisão naqueles canais exaustivos da tv aberta, filmes da sessão da tarde, leite com nescau, videogame. Mas Felipe, dentro de si e de seus sonhos mais cavernosos, queria mesmo saber como era adentrar no meio, bem no meio, cada vez mais profundamente uma boceta. Isso era praticamente uma utopia. [...]&lt;br /&gt;Os outros guris falavam do sexo, como fosse algo incluso em suas rotinas, como o leite com nescau. Felipe ouvia, chocado, sempre com as mãos embaixo das pernas, olhos saltados, ouvidos atenciosos. Aos poucos, foi descobrindo que aquelas histórias eram tão, mas tão extraordinárias, que só serviam para encher linguiças, ''contar causo'', coisa de menininho. [...] Felipe, ia para a cama a noite, pensava em lustras pernas , mal cobertas por micros saias, seios fartos, bundas empinadas, á sua mente vinha a lembrança de Paola, sua colega de aula, paixão secreta, alvo de seus desejos mais secretos. Automaticamente, o guri, com as mãos, simulava uma transa explendida, por sobre os lençóis, nas noites quentes da capital. [...]&lt;br /&gt;Já Paola, a guriazinha precoce que sentava ao lado de Felipe nas aulas de geografia, por este só sentia uma ''doce amizade'', sem o menor desejo. Paola queria mesmo era João, que estava no Segundo ano do ensino médio e já tinha dezoito anos, este, tinha a cara de quem ''sabia o que fazia'', devia conseguir quantas ''bocetas quisesse'', fazendo inveja aos gurizinhos sonhadores da sexta série. [...] Enquanto Felipe usava as mãos, João usava o membro em outras moças.&lt;br /&gt;Uma noite, sozinho em seu quarto, Felipe pensou no quão distante seu desejo persistia, diante de Paola, que gostava arrebatadoramente de João . Felipe sentiu-se o último garoto do universo, resolveu que faria diferente. Os amigos, falavam para Felipe que gurias novinhas, gostavam de guris mais velhos, pela sua experiência... coisa que este, não tinha, nem um pouco. Felipe mal conseguia falar com uma guria, quem dirá encostar, passar uma 'trova'', jogar um ''xalalá''. Isso era algo bastante estranho, pois Felipe, sentia dentro de si , como se houvesse um vulcão enorme de grande em erupção, quente, úmido, gritante.&lt;br /&gt;Uma noite dessas, de novembro, os gurizinhos foram em festa ''de maior''. Felipe, completava uma roda de seis guris, animadíssimos com a façanha de tromar algumas latinhas de cerveja sem que ninguém notasse. De lá de onde Felipe estava, via Clara, menina tímida que sentava na fileira na frente da de Felipe na escola. clara estava só, dando sopa, ali, na festinha. Um filme passara pela mente inquieta de Felipe. Pensava consigo ''uou, é uma guria'', nas entrelinhas, no instinto, no seu pênis dizia a si mesmo ''é uma boceta''. Depois disso, começou a calcular a linha tênue entre este tesão espontâneo que o assolava e, o fato de não conseguir sequer chegar perto de uma criatura de sexo oposto. Felipe desanimou. Sabia que tremeria feito vara verde, e que, se perguntasse qualquer coisa, gaguejaria, porém, algo dizia para que se aproximasse, uma hora isso haveria de acontecer. Felipe, com o copo de guaraná na mão , deixou claro para os amigos que ''hoje a noite, arranjaria uma boceta''. De uma hora pra outra, enrijeceu, pôs-se reto, determinado. ''vou lá, é hoje que eu deixo essa fama de pirralho aqui, neste local''.&lt;br /&gt;Felipe foi em direção a Clara. Era a primeira vez que se manifestaria para uma criatura do sexo oposto. ele ia trovar uma guria. era digno, já que seria sua primeira vez. Quando finalmente chegou perto da moça, sentiu suas pernas tremerem. Algumas palavras sairam de sua boca .'' oi, posso sentar''? Escapuliu, a frase, em meio á um gaguejo, óbvio.  ''Pode''. disse Clara, monossilábica. ''Está gostando da festa?'' disse Felipe, em meio a respiração ofegante. ''Estou''. Era óbvio que Clara, estava entediada. Era certo, que Felipe, não sabia mais dar continuidade ao assunto. Foi então que FElipe, movido por desespero e nervosismo, convidou Clara para dar uma volta. Esta, vencida por tamanho chá-de-cadeira, tornou a aceitar. Caminharam em silêncio, ambos, praticamente crianças, imaturos, porém, precoces. Pela cabeça de felipe, Clara era o troféu que salvaria sua reputação diante do círculo de seis amigos, mas, para isso, teria que beijá-la, sentir os lábios de Clara, tocar sua cintura, usar sua lembrança para as fantasias em sua cama, á noite. Foi então que em meio áquele silêncio embaraçoso Felipe solta um ''Clara.'' A menina responde com um mero ''Quê foi?''  "'Pp...posso te beijar?'' Ela hesita. Arregala os olhos castanhos. Desta vez, um filme passava na cabeça de ambos. Felipe, tinha o sonho utópico de ''arranjar uma boceta'', realizar todas as suas fantasias,porém, sabia que Clara, jamais se poria a disposição. Clara, sabia no ímpeto de si que não ia acontecer jamais, sabia também que não tinha em si a prática do beijo, embora estivesse curiosa. Fez-se o silêncio. Felipe ficou roxo, com sua própria manifestação. Clara ficou sem jeito. Sem jeito com a situação, com Felipe, sem palavras. Queria dizer que não, que ele era um gurizinho bem ousado, e que ela era menina de família, que não ia fazê-lo, que não aconteceria jamais, e que estava com todo o nojo do mundo das palavras que Felipe arriscara. Mas não, ela se deixava levar pela situação, sem sequer saber. Ao fundo ouvia-se ''she loves you'' na vitrola. ''Tu sabe beijar?'' ''Já beijou na tua vida, pra vir e me pedir uma coisa dessa?'' ''É bom que tu fique sabendo que sou guria de família, e....'' E nisso, Felipe, com o queixo todo desajeitado, foi em busca dos lábios de Clara, do jeito mais assustador que poderia haver. Foi o grude mais estranho que alguém já vira, ou melhor, não vira. Felipe tremia, e teve certeza de que algo estava ereto entre suas calças, quando encostou seus lábios nos de Clara; já esta, estava em choque, olhos arregalados, deu um empurrão em Felipe, que disse: ''que foi, não gostou?'' ''se eu gostei? tu é um baita nojento!!Sai da minha frente!!'' [...] E saiu correndo em direção ao banheiro mais próximo, pra se esconder. Já Felipe, estufou o peito, e foi contar a roda de amigos mais próxima. Naquela hora, sentiu-se homem, como se tivesse feito algo incrível, como se realmente tivesse arranjado a tão desejada ''boceta'', que este,sonhava toda santa noite.&lt;br /&gt;O tempo passou. Felipe, crescera, tornara-se homem. Entrara para a faculdade. Era um homem grande, magro, atlético, atraente. A esta altura de sua vida, havia arranjado as ''bocetas'' que quisesse. Confessava a si mesmo, algumas vezes, um certo descontentamento quanto as mulheres, cada vez que as tinha em sua cama, pareciam clichês, iguais, rodadas, todas em protótipo, nada a mais. O sexo feminino ia tornando-se algo tão descomplicado, e a graça não havia, e o cortejo não se dava mais, era cama, transa, sexo, noites avulsas, sem têmpero. No curso de engenharia, Felipe, havia conhecido uma porção significante de amigos, grande maioria deles, obcecados por mulheres, por sexo, pela cama. O bom e velho feijão-com-arroz. Coisa que Felipe já conhecia. Para ele, essas coisas de desejos subitamente masculinos, eram incontroláveis na adolescência. As vezes lembrava-se de sua situação com Clara, naquela noite, em que tinham apenas 15 anos, aquilo era a total falta de auto-controle. Mas não agora. A medida que as coisas aconteciam, Felipe sentia-se fatigado com a sua vida ''sexual'',deveras comum, deu-se por conta de que perdia o apetite pelo formato feminino. Estava ''vacinado'', ''acostumado''. &lt;br /&gt;Até que, em uma noite, algumas perspectivas haveriam de mudar. Felipe conheceu um cara, parecia esquisito, magro, alto, olhos verdes, estudante de arquitetura. Pablo, com seus 21 anos, este sim, tinha as ''mulheres'',e o sexo que quisesse. sua estranheza era cativante, feito charme, incandescente, tinha olhar centrado. Felipe, sentado, no bareco da faculdade, pôs os olhos em Pablo. Olhos que se encontraram. Penetraram-se com o olhar. Felipe, não tirou o olho de Pablo.&lt;br /&gt;Aquilo foi ímpar. Pablo cruzava com Felipe pelos corredores da faculdade. Olhar fixo.&lt;br /&gt;Um dia, ambos encontraram-se em uma festa. Criaram coragem para trocarem algumas palavras. Felipe convidara Pablo para ir a uma ''outra festa'', já Pablo convidara felipe para ir á uma festa ''diferente''. Ambos, impulsionados por uma vontade oculta. As conversas se completavam, olhares, toques sutis. Felipe topou. ''quero saber qual é dessa tua festa diferente''. A festa diferente ficava num porão. Um porão com uma placa em vermelho na porta. Algo a ver com ''GLS''. Agora Felipe sabia. Pablo era gay. Pablo tinha um crush em Felipe, bastava a Felipe decidir, se entrava, e se entrasse... saberia o que mexia com suas entranhas, passava por sua espinha com calafrios, e o deixava com calores instântaneos. Ambos entraram. Felipe parecia chocado. Já, Pablo, soltou todas as frangas e jaciras possíveis, buscando naquele meio ''gay'' a possibilidade perfeita de agarrar Felipe. Naquele bar, com um palco enorme á frente, repleto de homens com corpos esculturais , balançando tudo-ao-mesmo-tempo e quase sem roupas, Felipe quis sair, ir embora, quis deixar cada coisa em seu lugar. Tudo o que conseguiu foi a parede. Naquela noite, Felipe beijara um outro cara, o Pablo. O gosto do beijo e o encaixo dos lábios, reacendeu aquela chama que Felipe já andava desconhecendo com as mulheres. Agora sabia. Ele era gay. Um filme passara em sua cabeça, e por entre os corredores cavernosos do Bareco GLs, de onde via casais de mulheres com mulheres e homens com homens, Felipe dera-se conta de que jamais soube, porque nunca quis ''arranjar uma boceta'' e de que, quem realmente sempre quisera, era Clara, que passara por aqueles mesmos corredores, sem notar a presença de Felipe, com uma mulher.&lt;br /&gt;E era real, Clara, realmente havia arranjado a sua ''boceta ''. [...]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-2778495723010330019?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/2778495723010330019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/choque.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/2778495723010330019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/2778495723010330019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/choque.html' title='Choque.'/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5195816726323001547.post-8209222508132655197</id><published>2009-04-19T15:50:00.000-04:00</published><updated>2009-04-19T15:57:38.952-04:00</updated><title type='text'>Rainy days.'</title><content type='html'>Domingo de chuva's. Era assim que eu gostava. A chuva cai lá fora. Aqui, através da vidraça, a fumaça do café, e a respiração, constante, como a vibração persistente da vitrola. Não nego que gostar de dia de chuva, com a cor de cinza nos céus me agrada. Sempre gostei de tudo o que se esconde entre linhas tênues, e sempre pretendi encontrá-las, como em um jogo. Mas eu prefiro quando se desmembram as verdades intrigantes ali, na minha frente, sem que eu precise levantar de onde estou. Comodismo é uma palavra feia para quem não tem preguiça. Para os que insistem em manter a calma, comodismo é como fazer versos. Existe uma arte bem franca em passar o tempo sem ter o que fazer.&lt;br /&gt;A alma grita, por uma porção inesperada de atividades, o corpo nãO corresponde. Mais um motivo intrigante para que entremos em contato com a parte que não queremos ver. A parte em questão do medo de solidão e outros monstros que cruzam conosco por aí.&lt;br /&gt;Domingos chuvosos proporcionam um conforto inesperado, as vezes desesperador, a falta do que fazer bem dentro, o café gritante na xícara, a tv desmembrando ainda mais a depressão. A vitrola na sala, a cama, que também pede por tato . ''&lt;br /&gt;Domingo de Chuva's. Já tive o meu. [...]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5195816726323001547-8209222508132655197?l=tricotandonobar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/feeds/8209222508132655197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/rainy-days.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/8209222508132655197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5195816726323001547/posts/default/8209222508132655197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tricotandonobar.blogspot.com/2009/04/rainy-days.html' title='Rainy days.&apos;'/><author><name>M,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06476562597813212167</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-XMJM6wWW3NI/TfeZDwWoIeI/AAAAAAAAAME/s8nRFL9XjqA/s220/1299093868576_f.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
